Eu mal conseguia acreditar que Sam tinha me dado um presente, porque eu honestamente pensava que o “eu te amo” era isso. Mas ela me deu um presente, e pela primeira vez, uma coisa legal como essa me fez sorrir em vez de chorar.
 Charlie.
Ela ergueu a toalha, e lá estava eu, de pé em meu velho terno, olhando para uma máquina de escrever com uma fita nova. Na máquina havia uma folha de papel. Naquela folha de papel Sam escreveu: “Escreva sobre mim de vez em quando.” E eu datilografei só isso para ela, de pé, ali no seu quarto: “Vou escrever.” E me senti bem em saber que aquelas foram as duas primeiras palavras que eu escreveria na nova máquina de escrever antiga que a Sam me deu.
Charlie.
Eu adoro o sorriso dela, adoro o cabelo dela, adoro os joelhos dela, adoro a marca de nascença em forma de coração no pescoço dela, adoro o jeito que às vezes ela lambe os lábios antes de falar. Adoro o som da risada dela, adoro a aparência dela quando ela dorme, adoro ouvir essa música toda vez que penso nela. Adoro o jeito que ela faz eu me sentir, como se tudo fosse possível… Ou como sei lá, como se a vida valesse a pena.
— (500) Dias com Ela.
Estava chorando. O tipo de choro que é silencioso e secreto. O tipo de choro que só eu percebia.
— As Vantagens de Ser Invisível. 
Me leve de volta aos dias que éramos felizes e não sabíamos.
 — Paramore. 

Me leve de volta aos dias que éramos felizes e não sabíamos.

— Paramore. 

Será que as estrelas veem a gente de lá como pontinhos cintilantes também? Será que estrelas apaixonadas observam os humanos em noites claras aqui embaixo?
Alice.
Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão. Um dia me disseram que os ventos às vezes erram a direção, e tudo ficou tão claro, um intervalo na escuridão. Uma estrela de brilho raro, um disparo para um coração. A vida imita o vídeo, garotos inventam um novo inglês. Vivendo num país sedento, um momento de embriaguez. Somos quem podemos ser. Sonhos que podemos ter. Um dia me disseram, quem eram os donos da situação, sem querer eles me deram as chaves que abrem esta prisão, e tudo ficou tão claro, o que era raro ficou comum. Como um dia depois do outro. Como um dia, um dia comum A vida imita o vídeo, garotos inventam um novo inglês. Vivendo num país sedento, um momento de embriaguez. Somos quem podemos ser. Sonhos que podemos ter. Quem ocupa o trono tem culpa, quem oculta o crime também, quem duvida da vida tem culpa, quem evita a dúvida também tem. Somos quem podemos ser. Sonhos que podemos ter.
Engenheiros do Hawaii.
Ouvi dizer que “quem perde o teto ganha as estrelas” mas quem perde o chão, ganha o que? O inferno?
Desnortiada.
In that moment, I swear we were infinite.